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A Caracol

Um blogue pseudo-humoristico-sarcástico. #soquenão #ésóparvo

Não leiam se ainda não viram o episódio de ontem

Estou a avisar e só estou a fazer paleio fiado porque na partilha do facebook aparece parte do texto.

Não viste? Não gostas de spoilers? Fecha a janela enquanto é tempo. A partir daqui há spoilers e dos grandes.

Eu sabia, eu sabia, que havia alguma coisa muito errada com aquelas gajas. Não podiam ter só maus penteados e ar pouco lavado, não!, tinham que ser umas cabras. Do pior. Umas cabras do pior! Estou mesmo danada, caramba! Levei um baque quando as vi a mudar a posição de ataque, uma parte de mim quis avisar o Rick, mas de nada me valia gritar para a televisão, pelo que fui buscar os lenços de papel. Avisinhavam-se muitas lágrimas. Não pelo brilhantismo do episódio, eram bastante previsiveis parte dos acontecimentos, mas porque sou uma choramingas do pior. E porque não estava mesmo a contar com aquela reviravolta, dez minutos depois do começo.

Ainda não se tinha visto nenhum defunto querido e já eu suava em bica, na expectativa sobre quem recairia a Lucille. Suspeitava do suicidio da Sasha, que teve a lucidez - felizmente - de não o fazer mais cedo. Não estava a vê-la transformar-se num Negan, ficaria até desapontada se o fizesse, não fazia parte dela, dos seus valores e da personagem que nos habituou.

Já se esperava também uma raconsideração por parte do rei Ezequiel, que apareceu - adivinhem - na hora H. Era previsivel, claro. E o raio do tigre que sabia exatamente quem atacar? Bem amestrado o bicho. Só eu ando a tentar ensinar o Cusco a trazer-me o cesto das molas, enquanto estendo a roupa, sem qualquer sucesso. Culpa minha, se tivesse um tigre em vez de dois cães pachorrentos, com sorte não só me trazia o cesto, como ainda estendia e apanhava a roupa.

Sofri um bocado dos nervos quando caiu alguém da varanda. Nos entretantos, lembrei-me que se fosse mesmo a Michonne a falecer, a coisa seria mostrada sem demora e com sofrimento para o espectador.

Grande, grande, salva de palmas ao Negan. Caramba, adoro aquele fulano. Parte de mim queria que ele morresse já ali, que o fizessem desaparecer para sempre, enquanto outra parte cedia ao seu charme e pedia aos deuses todos que não o levassem. É muito cedo e um vilão com esta categoria, merece mais tempo de antena. Não é fácil ser-se vilão e Jeffray Dean Morgan fá-lo de forma absolutamente irrepreensível. É um amor-ódio levado ao extremo, sabes que é vil, que é mau e mesmo assim queres que se prolongue no tempo e no espaço. Fizessem um episódio apenas com um dircurso e devora-lo-ia com o mesmo entusiasmo de quem devora um pacote de oreos.

Tal como disse, não foi um episódio brilhante, não foi carregado de emoção, mas teve o suficiente para me colar ao ecrã durante 45 minutos. Foi o esperado ao longo desta meia temporada. Aquela mudança das gajas apanhou-me de surpresa, mas de outra forma a coisa seria demasiado fácil. Mais uma vez se prova: isto é sobre humanos. As gajas tinham um acordo com Alexandria, que anularam traiçoeiramente, refazendo-o com Negan. Conhecem algum zombie capaz de semelhante? Pois, eu também não, já pessoas...

No final, ficou-me a dúvida: o Dwight saberia ou não? O que é que vocês acham?

 

 

Pronto, agora que já enxuguei todas as lágrimas vamos lá dissertar

Foi um episódio do caraças!

Comecei a ver dois minutos depois da hora e achei que já tinha perdido a emoção. Não sei, honestamente, o que mais gostei no episódio: se do olhar perdido do Rick - via-se perfeitamente que o homem estava do avesso, cogitando um plano sem nunca encontrar o correto; se dá perserverança e resignação do Abraham quando lhe é apontada a Lucille; se do próprio Negan. Caraças, que vilão! Tão bom, tão perversamente engenhoso, que juro que até eu prometi baixinho que o abastecia, respondia por ele e tudo e tudo. Uma grande, grande, salva de palmas para Jeffrey Dean Morgan! Que grande papel, que brilhante representação!

Não há muito mais para dissecar, o Abraham foi-se, seguiu-se o Glenn, num momento em que temi que fosse o Daryl, a viagem com o Rick foi alucinante e engenhosa. Enfim, só há elegios e emoção. Por falar em emoção, quem também fechou os olhos naquela cena épica do machado? Mesmo já sabendo que provavelmente aquilo não passava de um teste (tal como aquele a que Deus submeteu Abraão quando lhe pediu que sacrificasse o seu único filho em Seu nome. Mais uma brilhante analogia, a propósito) foi mais forte que eu: fechei os olhos com força e ia abrindo ora um ora outro, na expectativa de quem quer ver sem assistir.

VI algumas pessoas queixarem-se da violência e realismo do episódio. Alminhas, a série é para maiores de 16, estava assinalada com dístico vermelho, como sempre esteve, aliás. Queriam o quê? Ramos de flores? O homem tinha um bastão com arame farpado, era lógico que ia provocar estragos. Se o Glenn podia ter ficado sem um olho a saltar? Podia, mas isso era Fear the Walking Dead, não esta série. É é por isso que eu digo e voltarei a dizer as vezes que forem necessárias :Walking Dead não é uma série de zombies. É uma série de humanos. Dos melhores aos mais perversos. Dos mais inteligentes aos mais espertos. Walking Dead é uma série sobre ser-se Humano no limite de sobrevivência. O melhor e o pior, o mais forte e o mais fraco ali, a nu. Dissecados, explorados até ao limite. Se não têm maturidade suficiente para perceber isto, então talvez não devessem ver a série. Não a compreenderão na totalidade. É também por isso que me custa, dói - me até, que crianças ou pré adolescentes a vejam: o que vêem, o que assimilam é a violência gratuita, o banalizar da morte. Não têm maturidade suficiente para ver além disso.

Mas já estou a divagar... Voltando à serie: nada mais será igual, esqueçam os mortos vivos, os produtos de sobrevivência básica , os grupos rivais. Ou Negan tem o que precisa ou alguém morre. Eu, muito honestamente, espero que dure algumas temporadas, já fazia falta um Vilão assim, com V grande. 

Foi um episódio brilhante, não sei se já disse.

Então e o Fear The Walking Dead, hã?

Gostei.

A primeira temporada foi assim a modos que fraquinha, esfrangalhava os nervos a qualquer alminha, mas era óbvio que seria assim, não haveria tanta ação como na série mãe, as personagens não saberiam como reagir perante o cenário apocalíptico, era tudo muiiiiiiito parado e com pouca emoção.

A segunda temporada, estreou na segunda feira e posso afiançar que está um mimo. A caracterização continua aquém, mas o enredo e o rumo da trama, acabaram por safar o episódio.

Nick, conforme já tinha previsto na temporada anterior, é uma personagem do catano! Espero bué daquele chavalo. Strand parece-me ser um safadola, que viveu muito à custa do mal dos outros, mas que sabe como safar  em situações limite. Gosto dele, mas há ali qualquer coisa que que me faz desconfiar... A ver vamos.

Incrível como, no começo da segunda temporada já se percebe que o inimigo não são os mortos vivos, esses são só um obstáculo, mais ou menos fácil de ultrapassar. O grupo de Rick demorou três temporadas a perceber que os humanos são o verdadeiro problema, um bocadinho mais lentos, mas não se pode ter tudo. Além de que compensaram largamente em cenários zombie e emoção.  

Para o próximo episódio, aguardaram-nos os piratas que me parecem ter alguma ligação ao fulano com a Alicia meteu conversa. Ou até serão os mesmo, a ver vamos.

Em suma, Fear the Walking Dead, não é Walking Dead, não tem metade daquilo que estamos habituados, mas lá chegará. É dar-lhe tempo e, acima de tudo, assumir aquilo como uma série diferente, com o mesmo cenário da original, mas noutro contexto, com outras personagens, outras histórias, outros pontos de vista.

E por aí, mais alguém viu? Dão-lhe uma hipótese ou nem por isso?

Apostamos?

Vi esta manhã aquele que julguei ser o último episódio de Walking Dead. Fiquei deveras zangada, não se termina assim um episódio, no meio de balas perdidas, sangue desconhecido, pessoas perdidas. Se me mandassem esperar até outubro para saber o que aconteceu, teria que virar para as unhas dos pés, as das mãos jamais aguentariam tanto mês sem apocalipse. Mas eis que, quando já tinha este post alinhavado, percebo que não, que afinal só temina para a semana e com um episódio de 90 (NOVENTA!) minutos.

No entanto, o que para aí não falta são teorias e a Caracol também tem as suas.

Lançamos os dados?

 

Cenário 1

 

O Daryl morre.

Não especulamos mais nada, a morte de semelhante artista é uma tragédia completa, o resto do episódio será visualizado por entre torrentes de lágrimas e esgotaremos o stock de lenços de papel.

 

Cenário 2

O sangue é do outro fulano.

Não consigo perceber quem terá disparado, mas aposto todas as fichas no Morgan. Ou na Carol. Pensando melhor, aposto na Carol.

Dá-se um combate épico, onde todos regressam felizes - e a precisar de um bom banho - a Alexandria.

 

Cenário 3

Aquele que me parece mais provável.

O sangue é do Daryl, que será atingido numa zona não letal, o que lhe permite dar uma valente coça a uns quantos sacanas.

O Morgan junta-se à festa, perde o paleio de pregador (que tanto aprecio) e ajuda no resgate da malta, ou não perde o paleio de pregador e leva os moços para a cave, numa tentativa de os reconverter em humanos.

A Carol morre, para grande pena minha. Que mulher caraças! Viram como limpou o sebo aqueles bandamecos? Poderosa, a Carol. Uma pena se deixar de existir.

Não esqueçamos Alexandria:

A Magigie perde a criança, parece-me um fado certinho.

O gajo que se safou às balas da Carol está na bagageira do carro de Rick e vai dar-lhes que fazer, escutem o que vos digo, que já vejo isto há anos.

 

E então, apostamos?

 

Um pequeno aparte: será que o grupo de Rick é o "bonzinho"? É uma pergunta que me atormenta desde que decidiram limpar o sebo aos Salvadores, sem mais nem porquê. Ok, eu percebo a questão da sobrevivência, mas matar assim, a sangue frio, só pelos mantimentos, parece-me... Mau. Errado. Porque no fundo, quem tem razão é o Morgan quando prega que toda a vida é preciosa.

 

 

 

Não leiam se ainda não viram os mortos vivos de ontem

As expectativas estavam altas, os episódios anteriores foram brutais e o último deixou-nos ali com aquele nervoso miudinho e uma vontade danada de trucidar Sam.

Talvez por ansiar demasiado e ler alguns spoilers especular o que iria acontecer a partir daquela cena final, fiquei um bocadinho poucochinho desiludida com o episódio de ontem.

Aquele plano de irem à pedreira, que se viu logo que iria correr mal quando Sam disse que não queria ficar com o padre, momento onde senhora sua mãe lhe deveria ter afinfado duas lamparinas para perceber quem mandava ali, mas não, lá vai o miúdo, meio passado da mona, a suar em bica e certamente sem lhe caber um feijãozinho lá naquele sítio. Às custas dele, morre a mãe, a irmão e o Carl ainda leva com balázio no olho! Era ou não era de lhe dar um par de estalos? Rais parta o puto, pá! (Aplauso para o ator que lhe dá vida. E ao irmão também. Não é fácil odiar crianças, nem conseguirem transmitir esse sentimento para o espectador.) A cena sangrenta pecou pela letargia de Rick e pela inatividade dos mortos-vivos. Então o pessoal ali a falar, a tentar que o moço se mexa e eles não dão conta? Só dão conta dele e da mãe? Um bocadinho surrealista, não? E o Rick a correr com Carkl nos braços, tentando  do desesperadamente leva-lo para a enfermaria? A Michonne limpou-lhe o caminho, querem lá ver. Ok, eu sei que os zombies são lentos, mas um bocadinho mais de de realismo à coisa, não tinha ficado mal.

E o Glenn? É a segunda vez que quase choro a sua morte. Acho que não escapa a uma terceira, ou terá tantas vidas como um gato?

As melhores partes do episódio: a união dos sobreviventes tentando aniquilar os intrusos, mesmo sabendo que estariam em sério riscos de ficar pelo caminho, o rio em chamas, atraindo os mortos-vivos para a sua luz de extermínio e a mudança do Lobo, foi subtil, mas esteve lá, senão porque teria voltado para trás?

No geral,diria que foi um bom episódio, com ação suficiente para nos fazer vibrar de expectativa pela cena seguinte. Só falhou mesmo na parte em que Sam, a mãe e o irmão passam a ser refeição, achei um bocadinho forçado, mas lá está, já tinha lido isso em spoiler, daí talvez não conseguir ficar surpreendida.

E por aí, mais alguém viu? Também ficaram um nadita desiludidos? Ou adoraram?

Belief

O que têm em comum um estudante de Kung Fu, um peregrino nos Caminhos de Santiago, um menino muçulmano e um professor de música?

A fé.

Todos acreditam em alguma coisa, em alguém.

Estreou ontem, no TLC, esta produção de Oprah Winfrey. E se eu nem gosto muito da sujeita, fiquei absolutamente rendida à série. A qualidade de imagem, os detalhes, a informação simples e clara, os testemunhos na primeira pessoa, tudo me captou a atenção e me deixou presa à televisão durante 45 minutos.

Para quem, como eu, se interessa por religião é sem dúvida imperdível.

Fixem: domingo às 8h. Marquem na box, vale mesmo a pena.

Tudo em bom

 

 

Que recomeço de temporada!

A começar logo ali, aos primeiros minutos, com montes de zombies a invadirem a prisão, rodeando o tanque esquecido e abandonado, um cavalo exangue, decompondo-se no meio da erva. Lembrou-nos alguns episódios da primeira temporada, uma nostalgia boa que nos faz prever uns episódios em pêras!

Adorei o Carl neste episódio. A fúria contra o pai por os ter mantido aprisionados a um sonho que não existia: um lugar seguro. O ensinar a plantar couves, ao invés de ensinar a sobrevivênciaO ataque directo e revoltado, acusando-o de nunca salvar ninguém,  nem a mulher, nem a filha. Só o achei um bocadinho "cobarde" ao dizê-lo enquanto Rick estava inconsciente. Mas, talvez fosse mesmo só pelo desabafo e não por o sentir verdadeiramente. Aliás, ele recua bastante na sua posição de eu-sou-mais-forte-do-que-tu-e-não-preciso-de-ti-para-nada, quando se apercebe da possibilidade do pai ser um morto-vivo. Parei de respirar nessa cena, temendo que Carl lhe desse um tiro. Mas não... Ufa!E o seu humor ao escrever na porta: "Morto-vivo aqui dentro. Apanhou o meu sapato, mas não me apanhou!" Muito bom!

Foi muito, muito bom, conhecer a Michonne. Afinal, ela não é desprovida de sentimentos. Cheguei a pensar que sofresse de Sindrome de Aspenger. Se bem que tal fosse improvável, face à reacção com Judith e ao instinto protector que tinha com Carl. Gostei mais dela e quero conhece-la melhor, saber quem era o bébé das memórias e o que lhe aconteceu. E aqueles dois homens? Seriam os mortos-vivos de estimação que passevam com ela no começo?

 

Só houve uma falhazita: Fox, o Carl estava a comer pudim e não molho. Seria estranho uma pessoa engolir 3 litros de molho do que quer que fosse.

Foi uma das melhores cenas do episódio.

 

 

Hora da sesta

E sai um grande bocejo para Castle!
Não me levem a mal, pessoal Casckettiano, mas a verdade é que a série tem sido... Mais do mesmo. E não é no bom sentido. Ou aquilo leva uma reviravolta valente, ou corre sérios riscos de se tornar uma novela mexicana e, consequentemente, sair da minha lista de gravação semanal.
Castle sempre foi uma boa série. Leve, cómica quanto baste e com aquele romance "ora fica, ora vai"de Kate e Rick. Havia aquelas teorias malucas de Castle para desvendar os casos. Havia aquelas cenas de perigo em que paravamos de respirar e pestanejar, não fosse um deles morrer a qualquer instante. Havia reviravoltas na trama.
Agora, de cada vez que há um caso estranho, o Rick não precisa abrir a boca, eu já sei que vai sair máfia, CIA ou qualquer entidade do genéro. De cada vez que um dos protagonistas está em perigo, já nada temo, porque sei que, na realidade, não morre ninguém. Talvez o problema seja esse. Acho que deviam matar algum personagem, dar algo novo à série. Por exemplo, no episódio de incêndio: estão lá o Ryan e o Javier completamente pedrados de monóxido de carbono e safam-se os dois! Tudo bem, o Ryan ia ser pai no mesmo dia... O que me lembra outra cena descabida: então a Jenny tem a miúda na ambulância e não fica com um cabelinho fora do sítio?! Nem uma gotinha de suor?! Eu sei que com concentração e tal, a coisa é capaz de se resolver, mas daí a manter a base colada à cara e o rabo de cavalo perfeitamente amarrado, vai uma grande distância!  Vá lá, ao menos a miúda não nasceu limpinha e lavadinha, vá lá!
Castle deu-nos excelentes episódios nas temporadas anteriores - assim de repente, lembro-me de 4 ou 5 - mas nesta, honestamente, não me ficou nenhum gravado. Talvez o primeiro, e mesmo esse, só os primeiros 15 minutos... No entanto, eu acho que toda a gente merece uma segunda oportunidade, por isso vou ver o que sucede até ao fim da temporada, se aguentar!
O me leva a outro assunto, esse sim bastante sério e bem mais dramático que todas as temporadas juntas.

Beckett, o que é que te deu?
Onde é que tu tinhas a cabeça, quando equacionaste a hipótese de levar este vestido ao altar?

 
 
Tu ensandeceste mulher?!
Que raio de vestido é este?! Foi a tua tetra-avó que te emprestou?! E esses reposteiros aí de lado?! Qu'é qu'é isso?! Se fosse só a parte cinzenta, seria menos mau, mas mesmo assim...
Eu compreendo que a série esteja mortiça, mas não admito que TU te deixes levar!

Tu que te deves levantar 3 horas mais cedo só para pores o eyeliner (Ai, o teu eyeliner!), tu que tens vestidos de fazer parar o trânsito (Ai, os teus vestidos! E os casacos! E as blusas!), tu que persegues criminosos de salto alto, como te deu para isto? Quero acreditar que isto seja estratégia, que no final vais escolher outro vestido, deixando-nos de queixo caído e a magicar onde raio o foste desencantar. Talvez seja isso, não nos iam mostrar logo assim a tua indumentária matrimonial, não é verdade? Tem que ser isso! São as más linguas!
Mas, pelo sim, pelo não, vou acender uma velinha aos santinhos das séries... Não vá o diabo tecê-las e dar-te para estas loucuras, provocando uma síncope cardíaca geral nos espectadores.


 
Vou rever os teus melhores momentos e esquecer aquele teu deslize.
Todos temos maus dias, não é verdade?