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A Caracol

Blogue com informação crucial à sobrevivência.

Então e o cycle?

Pois que sobrevivi. E, afianço já, foi das coisinhas mais giras e divertidas que fiz. Claro que o mais divertido que fiz, englobando desporto, foi o corta mato de 2005, onde fiquei sentadinha numa bancada a distribuir panfletos, mas isso agora não interessa para o caso. 

Foram duas horas a pedalar, dois monitores diferentes a comandar. Foi engraçado conhecer outras montanhas que não as habituais e achei curioso o monitor (que tinha cá um tanquinho, minha gente! Nem vos digo, nem vos conto... ) falar sempre em equipa. Juro que ainda hoje quando oiço "venham comigo!" tenho vontade de subir à bicla, apertar a rodinha mágica e ir lá cima ver a vista. Claro que é coisa passageira, dura uns segundos e depois passa-me a loucura. Enfim, efeitos colaterais da fiteza e da insanidade - não necessariamente por esta ordem. 

Confesso que nunca pensei chegar ao fim com aquela sensação de "eh pá, estou um bocado mal das pernas e do rabo, mas se calhar ainda dava mais uma voltinha", prova de que não foi assim tãooooooooooo difícil. Ok, pronto, apanharam-me, ignorei várias a ordem de resistência ou de carga, mas uma pessoa já é doida o suficiente, não precisa de peso extra. 

 

Foto de Catia Madureira.

 Aqui tudo bué motivado e vamos embora que se é para morrer que seja em bom. 

(A propósito, conseguem ver onde está o Wally? :D)

 

Foto de Catia Madureira.

 

Foto da praxe. Com direito a confetis e tudo! 

 

E foi isto, podia estar aqui a dizer que ia morrendo 89x, fora aquelas em desfaleci e quase perdi os sentidos (70x), mas a verdade é que foi muito giro, diverti-me à brava e só não gritei porque sou uma insosa de primeira categoria. Mas pronto, uma pessoa ou se concentra em não panicar, respirar e pedalar ou se concentra em fazer isso tudo e acrescentar mais uns gritos. O que me lembra que tive compinchas supimpas! Ali de bofes ao pé da boca e a gritar a plenos pulmões! Ah, mulheres valentes! :D