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A Caracol

Um blogue pseudo-humoristico-sarcástico. #soquenão #ésóparvo

2017 em doze palavras

Dedicação. Amizade. Aprendizagem. Medo. Superação. Conquistas. Motivação. Realização. Imaginação. Humor. Mudança. Agradecimento. E o vosso? Um excelente 2018 para quem me acompanha desse lado!

Caracoleta (também) cozinha

O choque. 

O drama.

O horror. 

Soube disto há pouco mais de duas horas e o meu pequeno mundo culinário desabou para nunca mais se recompor. Nem sei como irei sobreviver à devassidão que a informação provocou na minha vida. 

Vou contar-vos, porque alguém tinha de o fazer. Preparados? Aguentem-se aí, está bom?

 

As colheres numa receita NUNCA devem ser cheias até transbordar conteúdo. 

 

E a pessoa entra em colapso. Hiperventila. Pensa em cortar os pulsos com o cabo da sacana da colher, mas fica dúvida de qual utilizar. 

Então já não me chegava não saber o tamanho certo de uma colher de sopa ainda me vêm dizer que afinal aquilo não é para encher até onde der? Que altera as texturas dos bolos e biscoitos e o diabo a sete? Que os seca e tosta qual sol brilhante na pele de um escandinavo? E agora? O que é que eu faço à minha vida? Encho a colher e raspo-lhe o cume com uma faca assegurando que TODO o ingrediente em excesso vai parar ao meio do chão? Ou às paredes? Ou pior! À própria massa que o aguarda?

Pior que isto, o mais dramático, o caso verdadeiramente sério: que colher devo utilizar? Eu não sei quanto a vocês, mas eu, na minha organizada e bonita de talheres tenho, no mínimo, três tamanhos de colheres de sopa e e outro tanto de colheres de sobremesa. há os do faqueiro que utilizamos, as que a tia se esqueceu lá em casa, as que gamamos à colega do trabalho e nunca mais devolvemos, as que eram da mãe. As colheres são como os tupperwares: vão e vêm e nunca estão lá quando precisamos. E depois há outra questão: a profundidade: as minhas são mais rasas, as que eram da mãe são mais fundas, a que gamei à colega é larga... E podia continuar, porque não há uma p$#@ de uma colher igual à outra! 

Não me chegavam os três xanax tomados com chá de camomila que emborcava de penalti antes de começar qualquer receita, agora ainda vou ter que lhe juntar meio copo whisky para acalmar os nervos! 

 

Natal dos pássaros #24

 

 

24. O que costumas fazer na véspera de Natal?

 

Trabalhar. É chato, mas vida de balconista em loja de rua é mesmo assim. Este ano como calha ao domingo (yeah!), tenciono levantar com calma e viver a casa e o ambiente mais um bocadinho. =) 

(E claro, fazer aquela compra de última hora porque esqueci qualquer coisa e tenho de correr antes que supermercado feche... :D) 

 

Mais gaiolas:  MagdaJust_SmileAlexandraSilent ManMula e Drama Queen

Para ti, querida Amiga

Obrigada!

Pelo constante incentivo à escrita criativa. Pelo largos elogios à parvoeira que aqui deposito, mesmo no mais idiota dos textos. Pelas perguntas constantes "então? e o outro texto? não sai?" e pela paciência na espera deles. Por todas as vezes em disseste "fantástico!" quando eu duvidava das palavras escolhidas. 

Obrigada ainda pelo apoio moral numa das piores corridas de sempre. Por me provares - e acima de tudo provares a ti - que é possível mudar e ser mais activa e que não existe um limite temporal para o fazer. Obrigada pela companhia nos quilómetros percorridos e pela compreensão quando avancei um bocadinho mais. 

Obrigada por depositares em mim (e na outra idiota de serviço) toda a fé num projecto que tinha tudo para correr muito mal e ser o maior fracasso humorístico-fit, arruinando aquilo que tínhamos conseguido com tanto carinho. 

Obrigada, querida amiga, por teres tornado este ano mais rico e ainda melhor. 

Pensei em oferecer-te também um frasquinho, mas pensei na tua luta contra as guloseimas e em como estás focada em ser mais saudável. =) Mentira, sempre achei que te devia "oferecer" aquilo que mais gostas e, no fundo, aquilo onde me amanho melhor: as palavras. Naquela que é não só minha, mas também a tua casa blogosférica. 

 

 

Natal dos pássaros #20

 

 

20. Qual é a tua comida de Natal preferida? 

Temos mesmo que falar disto? Chatice, não gosto nada de falar em comida... Ora bem, comida de prato: TUDO! Polvo, bacalhau cozido, bacalhau confitado, grelos, penca, batatas cozidas ou a murro, molho fervido de azeite, o cabrito assado, ou galo assado, ou peru assado. O farrapo velho senhores! Haverá lá coisa melhor neste mundo que uma pratada de sobras devidamente regado com azeite do bom e alhinho? Uma paparoca bem com ingredientes bem entranhados uns nos outros. Onde sente a batata, o bacalhau, os grelos e as pencas a cada garfada, sem perceber bem onde começa um e termina o outro. Há coisa melhor? Bem me parecia. 

 

Mais gaiolas:  MagdaJust_SmileAlexandraSilent ManMula e Drama Queen