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A Caracol

Um blogue pseudo-humoristico-sarcástico. #soquenão #ésóparvo

Oficialmente ko...

Começamos a restaurar a nossa casa. O que implica, além de cheta, muita azáfama. 

Por aqui os dias passa desta forma: 

- Trabalho

- Levantar o puto em casa dos sogros - graças a deus já vem jantado;

- Chegar a casa já depois das 20h

- Fazer o jantar (antes era o marido que fazia esta parte)

- Dar um jeito à barraca

- Tratar das roupas

- Tratar do miúdo

- Jantar

- Tratar dos cães

E não vou sequer mencionar as coças do ginásio, às horas de almoço. Aumentei o número de vezes - agora tenho mantido as 4x/semana, porque sinto mesmo que preciso. Apesar do pouco desgaste físico que o trabalho implica, preciso mesmo de chegar ao final do dia (ainda mais) cansada, de apagar logo mal pouso a cabeça na almofada. Além de que, o exercício acaba por me proporcionar uma espécie de energia. Enfim, cenas de pessoas estranhas. 

E antes que perguntem: o homem tem dado forte na trolhice. 

De modo que é isto a minha vida, agora. E aos fins de semana? Trolhice. Ou aniversários. Ou comunhões. Ou jantares. Ou almoços. 

Uma canseira, a minha vida. 

Lá para o Natal já devo conseguir respirar, fazer o jantar, pôr o puto no banho, aspirar a casa e limpar o pó. Tudo ao mesmo tempo e enquanto estendo a roupa com mindinho. 

Só eu... #14

Sábado, como vos tinha contado, foi dia atividades diferentes, no ginásio. 

Tinha-me chegado aos ouvidos que seria um Peddy Papper e de imediato a minha mente divagou por uma série de estações com exercícios do demo, que teriam de ser cumpridos à risca, para se avançar no jogo. 

Só que trocaram-me as voltas. De tudo o que nos podiam pôr a fazer, lembraram-se que às tantas era giro porem-nos uns quilómetros nas pernas e andarmos às voltinhas, a subiiiiiiiirrrrrr e descer aqui a terra. 

Tínhamos uma folha com pistas e um número de SOS caso nos víssemos à nora. 

Ora, aqui a Caracoleta leu Dan Brown todinho e isso, parecendo que não, dá quase um mestrado em charadas. (#soquenão).

A primeira pista era "Já repararam no meu novo corte?". O que é que uma pessoa pensa logo? Cabeleireiros, óbvio. Sucede que, depois de frutarias, o maior negócio da terra são os cabeleireiros. Há, pelo menos, dez. E todos eles eram facilmente alcançáveis a pé. Começamos pelo mais próximo e fomos seguindo. Ao fim de nove, já a minha mente divagava que estávamos a intuir mal e aquilo não era nada um cabeleireiro. 

Consegui convencer o resto da equipa - seis elementos - que seriam as novas placas de identificação do ginásio. Mudou o visual, mudou o logótipo, mudou o corte. Foi esta minha lógica da batata. 

O que é que aconteceu?

Sete pessoas a procurar, à volta das placas, no meio das placas, praticamente a trepar a postes e árvores. Meia hora nisto. 

Até vir o senhor professor organizador desta coisa e nos perguntar: "o que é que estão aí a fazer?!". Depois de explicada a nossa fantástica teoria levamos com um: "é um barbeiro. Aquele já ali ao virar da esquina"

Toin!

O único cabeleireiro que não fomos, porque alguém disse, passo a citar-me "é demasiado longe. Não iam pôr ali nada." E, não, ninguém reparou no detalhe de ser próximo de uma das pistas seguintes. 

A partir daqui e depois de já ter feito com a equipa perdesse um rol de tempo em vão, guardei para mim a possível resolução das charadas seguintes. E ainda bem, eramos bem capazes de ter que acampar na Senhora da Sáude e continuar no dia seguinte. 

É fim de semana!

Com comunhão e família reunida, alegria e canalha aos pinchos, amanhã. Mas antes... Exercício (ou tentativa, vá) no Openday lá do ginásio. Vou tentar fazer atualizações no instagram e Facebook deste tasco, o que significa que me podem ver a falecer quase em direto. Isto se não tiverem mais nada para fazer, claro. E por aí, o que vos espera no fim de semana?

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