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A Caracol

Um blogue pseudo-humoristico-sarcástico. #soquenão #ésóparvo

Apostamos?

Vi esta manhã aquele que julguei ser o último episódio de Walking Dead. Fiquei deveras zangada, não se termina assim um episódio, no meio de balas perdidas, sangue desconhecido, pessoas perdidas. Se me mandassem esperar até outubro para saber o que aconteceu, teria que virar para as unhas dos pés, as das mãos jamais aguentariam tanto mês sem apocalipse. Mas eis que, quando já tinha este post alinhavado, percebo que não, que afinal só temina para a semana e com um episódio de 90 (NOVENTA!) minutos.

No entanto, o que para aí não falta são teorias e a Caracol também tem as suas.

Lançamos os dados?

 

Cenário 1

 

O Daryl morre.

Não especulamos mais nada, a morte de semelhante artista é uma tragédia completa, o resto do episódio será visualizado por entre torrentes de lágrimas e esgotaremos o stock de lenços de papel.

 

Cenário 2

O sangue é do outro fulano.

Não consigo perceber quem terá disparado, mas aposto todas as fichas no Morgan. Ou na Carol. Pensando melhor, aposto na Carol.

Dá-se um combate épico, onde todos regressam felizes - e a precisar de um bom banho - a Alexandria.

 

Cenário 3

Aquele que me parece mais provável.

O sangue é do Daryl, que será atingido numa zona não letal, o que lhe permite dar uma valente coça a uns quantos sacanas.

O Morgan junta-se à festa, perde o paleio de pregador (que tanto aprecio) e ajuda no resgate da malta, ou não perde o paleio de pregador e leva os moços para a cave, numa tentativa de os reconverter em humanos.

A Carol morre, para grande pena minha. Que mulher caraças! Viram como limpou o sebo aqueles bandamecos? Poderosa, a Carol. Uma pena se deixar de existir.

Não esqueçamos Alexandria:

A Magigie perde a criança, parece-me um fado certinho.

O gajo que se safou às balas da Carol está na bagageira do carro de Rick e vai dar-lhes que fazer, escutem o que vos digo, que já vejo isto há anos.

 

E então, apostamos?

 

Um pequeno aparte: será que o grupo de Rick é o "bonzinho"? É uma pergunta que me atormenta desde que decidiram limpar o sebo aos Salvadores, sem mais nem porquê. Ok, eu percebo a questão da sobrevivência, mas matar assim, a sangue frio, só pelos mantimentos, parece-me... Mau. Errado. Porque no fundo, quem tem razão é o Morgan quando prega que toda a vida é preciosa.

 

 

 

Só eu.. #8

Conduzia em direção ao trabalho, quando avisto um carro igual ao do homem - até a matricula era semelhante. Questionando-me que raio andava ele a fazer ali naquela zona, àquela hora, faço questão de que ele perceba que foi avistado, buzinando e acenando um "Olá Amorzinho!" .

E é então que percebo que:

1) Não era o homem, era um senhor de meia idade que ficou um bocado parvo perante tanto estalhardete;

2) Nesse dia, eu conduzia o carro do homem.

Escusado será dizer que pressionei um bocadinho mais o acelerador.

Que vergonha senhores, que vergonha.

Duas horas a olhar para aquilo

A propósito daquela cena bué top (secret) em que eu e a minha cunhada, ambas as duas, nos metemos, precisei do Photoshop. Só que... Eu percebo népias daquilo. Estive duas horas a olhar para o ecrã , numa tentativa vã de perceber por onde começar, mas não faço ideia de como aquilo funciona.

Luzes, precisam-se, faxabor.

 

Desafio - Uma paixão chamada livros - Balanço final

Não foi fácil chegar ao fim deste desafio.

Percebi que, embora leia muito, acabo  por ficar com meia dúzia de títulos na cabeça e fiz um verdadeiro esforço por não ser repetitiva nas respostas. Calcorreei muitas vezes os corredores da minha memória, vagueando entre as estante da minha "memoteca", procurando outro personagem, outro autor, outro titulo, outra história. Várias vezes fiquei atrasada e outras tantas me apeteceu responder um "não sei".

Consegui perceber - apesar de já ter notado - que quando gosto de um autor, apetecem-me todos os seus livros, de uma vez só, o que faz com que diversifique menos as estantes lá de casa.

Acrescentei uns quantos de títulos/autores à minha lista de leitura (Ken Follet e Brumas de Avalon, por exemplo) e risquei muitos de vez (Cinquenta Sombras, nunca!).

Foi um ótimo desafio e agradeço à Magda ter aceite o meu auto-convite. Gostei mesmo desta partilha. =)

Desafio - Uma paixão chamada livros - Balanço final

Não foi fácil chegar ao fim deste desafio.

Percebi que, embora leia muito, acabo  por ficar com meia dúzia de titulos na cabeça e fiz um verdadeiro esforço por não ser repetitiva nas respostas. Calcorreei muitas vezes os corredores da minha memória, vaguando entre as estante da minha "memoteca", procurando outro personagem, outro autor, outro titulo, outra história. Várias vezes fiquei atrasada e outras tantas me apeteceu responder um "não sei".

Consegui perceber - apesar de já ter notado - que quando gosto de um autor, apetecem-me todos os seus livros, de uma vez só, o que faz com que diversifique menos as estantes lá de casa.

Acrescentei uns quantos de títulos/autores à minha lista de leitura (Ken Follet e Brumas de Avalon, por exemplo) e risquei muitos de vez (Cinquenta Sombras, nunca!).

Foi um ótimo desafio e agradeço à Magda ter aceite o meu auto-convite. Gostei mesmo desta partilha. =)

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